Qual a chance de uma pessoa ética ter sucesso na vida profissional?

Ética,Trabalho, Sobrevivência, Educação…Podem trabalhar Juntos???

Boa tarde Caros Leitores, assunto sempre atual nas conversas de  bastidores do mundo Empresarial PRIVADO e PÚBLICO !.

Cultura de “Levar Vantagem em  tudo CERTO! Ou LEI de GERSON,

Vale tudo para o lucro ? Pense Nisso !!!………No mundo Profissional toda categoria possui sua carta de valores ….Qual é a sua?

A resposta para a pergunta se existe uma chance de uma pessoa ética ter sucesso na vida profissional?… NA… minha opinião É…….. CLARO QUE PODE !!!

Abaixo   comentário na CBN de Max Gehringer que compartilho

grande abraço e fiquem com Deus,

Um ouvinte faz uma pergunta que, de certa forma, já pressupõe a resposta que ele mesmo daria. A pergunta é: “Qual a chance de uma pessoa ética conseguir sucesso na vida profissional?”

Eu diria que a chance é de 90%. Eu convivi bem de perto com cerca de 200 gestores de primeira linha nas seis empresas em que trabalhei. Posso afirmar que 90% deles eram éticos e impunham a ética no trabalho, tanto nos negócios, como no relacionamento com os empregados.

Gestores assim formam uma categoria que poderia ser chamada de “éticos anônimos”. Evidentemente nenhum órgão de imprensa publica diariamente os nomes de profissionais que agem de acordo com a ética, porque isso nada mais é do que a obrigação pura e simples. Mas os que não agem e são apanhados, viram notícia de primeira página.

mesmo tipo de generalização acontece com os jogadores de futebol. Eu nunca ouvi alguém dizer que jogador de futebol é mal pago no Brasil. Ao contrário, sempre se afirma que eles ganham exageradamente. Será? No Brasil existem cerca de 15 mil jogadores profissionais. 90% deles ganham entre dois e três salários mínimos por mês. Apenas 3% ganham mais que 100 salários mínimos. Mas essa minoria é sempre tomada como a regra, quando é a exceção. O mesmo fenômeno persegue a categoria dos funcionários públicos, que desde sempre têm sido rotulados como indolentes, quando a grande maioria não é.

Pode ser que o nosso ouvinte esteja trabalhando em uma empresa em que a ética seja atropelada e os anti-éticos sejam promovidos. Se for esse o caso, ele não deve permanecer nela. Ficar vendo coisas erradas e ficar sofrendo todos os dias por não concordar com o que vê, é uma atitude que prejudica não apenas a carreira, mas também a saúde, física e mental.

Max Gehringer, para CBN

FONTE :http://estou-sem.blogspot.com.br

Como fazer com que o código de ética da empresa não caia no esquecimento? – by Max Gehringer

Como fazer com que o código de ética da empresa não caia no esquecimento?

teste código de ética
“Sou gerente de recursos humanos”, escreve uma ouvinte. “A empresa em que trabalho, implantou na semana passada, um código de ética. Como responsável por ele, reuni todos os funcionários e fiz uma apresentação. Ao final dela, abri para perguntas.

Eu esperava um debate, ou pelo menos esperava ouvir opiniões e sugestões, mas nada aconteceu. O público de mais de 200 funcionários ficou calado. Ninguém se manifestou. Eu fiquei arrasada, com a impressão de que todo o trabalho que tive foi em vão. Temo que o código de ética se transforme em mais um documento burocrático ao qual ninguém dará atenção, mas não sei bem o que posso fazer.”

Eu já vi esse filme antes, duas vezes. Em ambas, o problema estava na diferença entre o que o código pregava e o que acontecia na prática.

Numa das empresas, o código começava com uma frase sobre o tratamento que deveria ser dispensado a todo e qualquer funcionário. “Dignidade e respeito ao ser humano”, mandava o código. Só que a empresa tinha chefes que berravam e falavam palavrões, e eles eram constantemente apontados como exemplos de gente que conseguia atingir os resultados, e não como uma contradição evidente com o comportamento descrito no código.

Talvez isso tenha ocorrido na empresa de nossa ouvinte, ou talvez não. Mas se a nossa ouvinte não quer que o código caia no esquecimento, eu sugiro que ela faça uma pesquisa, bem simples. A pesquisa consiste em listar cada um dos itens do código. E cada funcionário, sem se identificar, apontará a sua percepção em relação à observância real de cada item. Bastam três quadrinhos: concordo, não sei e discordo.

A partir das respostas, será possível estabelecer um plano prático de ação, que irá dar credibilidade ao código.

Apenas alerto que essas pesquisas costumam trazer resultados não muito agradáveis para a empresa. Antes de fazê-la, é preciso ter a garantia da direção de que os resultados serão levados a sério, e que medidas exemplares serão tomadas.

Se não houver essa garantia, o temor de nossa ouvinte ficará cristalino. O trabalho que ela teve foi mesmo em vão.

Max Gehringer, para CBN.

FONTE :http://estou-sem.blogspot.com.br

Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
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