CONTADOR DE HISTÓRIAS :TROCA DE PLANTÃO/OS SOLDADOS DE NAPOLEÃO/PROJETO CORVO

A seguir três momentos para reflexão em nossas atitudes do dia a dia com nossos familiares, colegas de empresa e na convivência em sociedade. Boa Leitura !

1- TROCA DE PLANTÃO

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Jesus Cristo resolveu voltar a Terra. E decidiu vir esta vez vestido de médico.

Jesus Procurou um lugar para descer, escolheu no Brasil, um posto de saúde do SUS. Sistema Único de Saúde.

E Jesus Viu de repente um médico trabalhando já a há muitas horas e morrendo de cansaço. Jesus olhou Para o médico, e disse:
“ Nossa! Pobre homem”

Jesus pegou um jaleco branco, vestiu, e entrou  passando pela fila de pacientes no corredor, até chegar  ao consultório médico.

Duas Mulheres que já estavam ali desde madrugada, Dona Maria e Dona  Carlota. Ficaram olhando.

De repente Dona Maria cutuca com o cotovelo  Dona Carlota e diz..

– Olha lá…  hzzzz vai trocar o plantão.

Enquanto isso… Jesus Cristo entrou na sala e falou para o colega que podia ir, que ele iria assumir o ambulatório dali por diante.

Jesus, sentou. E toda a calma gritou:

– O PRÓXIMO.

Entrou no consultório um homem paraplégico em sua cadeira de rodas.

Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o aleijado, e com a palma da mão direita sobre sua cabeça disse:

– LEVANTA-TE E ANDA!

O homem , levantou-se, andou e saiu do consultório empurrando a própria cadeira de rodas. Era um milagre…

Aquele homem paraplégico , Quando chegou ao corredor , agora andando,

Todos ficaram boquiabertos. E o próximo da fila perguntou:

– E aí, como pra nós como é esse Doutor novo?

O homem, que voltara a andar colocou as mãos na cintura e resmungou…:

– Ah, Igualzinho aos outros… Nem examina a gente!

Tem gente que já recebeu o milagre, mas nem se da conta disso, pois muitos só vivem pra reclamar ou achar  defeito em tudo na vida.

FONTE: http://www.vozesdapaz.com.br/mensagens/2013/05/jesus-no-sus/

 

2- NAPOLEÃO E SEUS SOLDADOS

1. Os inteligentes com iniciativa;mmp482_052. Os inteligentes sem iniciativa;

images (11)3. Os ignorantes sem iniciativa;

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4. Os ignorantes com iniciativa.

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Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes gerais, estrategistas. Os inteligentes sem iniciativa ficavam como oficiais que recebiam ordens superiores e as cumpriam com diligência. Os ignorantes sem iniciativa eram colocados à frente da batalha – buchas de canhão, como dizem.  Os ignorantes com iniciativa, Napoleão odiava e não queria em seus exércitos.

Essa grande sabedoria de Napoleão serve também para a nossa empresa. Será que também não temos em nosso “exército napoleônico”, que é a empresa de hoje, esses QUATROS tipos de “soldados”? E não serão todos necessários?

Pense bem. Um exército só de generais estrategistas por certo não vencerá batalha alguma. Alguém tem que estar no front. Obedientes oficiais (diretores, gerentes) sem estratégia também não vencem uma guerra. Soldados (funcionários) dedicados, sem comando, sem chefia, sem direcionamento, também não trazem sucesso à batalha. Portanto, precisamos dos três tipos de soldados para vencer uma batalha, assim como dos três tipos de colaboradores para que possamos vencer os desafios do mercado competitivo em que vivemos.

Mas, assim como Napoleão, devemos nos livrar, o mais rapidamente possível, dos ignorantes com iniciativa. Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer besteiras enormes. Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não deve e até ouve o que não deve. Um ignorante com iniciativa nos faz perder bons clientes, bons fornecedores. São os ignorantes com iniciativa que fazem produtos sem qualidade porque resolvem alterar processos definidos. Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco. Não precisamos dele. Nem Napoleão os queria.

E sua empresa? Você identifica em sua empresa os quatro tipos de soldados de Napoleão? E o que faz com cada tipo? Você tem sabido se livrar dos ignorantes com iniciativa?

O autor: O Professor Luiz Marins é antropólogo e consultor

Imagens:Internet…por Wagner

 

3- Faça um “Projeto Corvo” em sua empresa
Faça um “Projeto Corvo” em sua empresa

por Luiz Marins ,

Fui chamado numa empresa. Conversando com a diretoria e com os funcionários, logo vi que no meio deles existia um grande número de pessoas que tinham uma visão extremamente negativa da empresa, do mercado, das pessoas, dos concorrentes, dos fornecedores, etc. e que tudo faziam para que nada fosse feito de inovador, de criativo, de novo.

Várias idéias inovadoras e projetos inéditos e arrojados foram apresentados e boa parte dos funcionários e gerentes diziam:

– “Aqui isso não dá certo!”

– “O senhor não conhece esta empresa…”

– “Nossos clientes não aceitam isso…”

– “Nesta cidade nada vai prá frente…”

– “Não adianta tentar mudar…”

Logo percebi que a empresa estava cheia de “corvos”.

Pedi uma reunião separada com a diretoria e propus fazermos um “Projeto Corvo” que em última análise era dispensar (mandar embora) todos os “corvos” da empresa. Fizemos o tal “Projeto Corvo” e mandamos para a rua mais de 15 funcionários entre engenheiros, administrativos e pessoal de vendas – todos “corvos”.

Seis meses depois voltei à empresa. Era outro o clima. O astral era positivo. As inovações haviam sido postas em prática – e estavam dando certo!  A diretoria e os próprios funcionários remanescentes estavam surpresos ao ver como tudo ficou muito mais fácil sem os “corvos” que puxavam a empresa para baixo e para trás. As coisas começaram a fluir. A comunicação melhorou entre todos os níveis. As pessoas estavam todas mais felizes no trabalho. As vendas cresceram!

Às vezes nos iludimos com “excelentes técnicos” – pessoas que entendem muito do produto que fabricamos ou da área em que trabalham. Meu conselho, mesmo com relação a esses “excelentes técnicos” é o de livrar-se deles. Você não imagina como será diferente e melhor a sua empresa, o seu departamento, a sua diretoria, sem aquele “corvo, urubu, abutre” dizendo a todo o momento que as coisas não vão dar certo, que já viu esse filme antes, que é bobagem tentar, etc, etc.

“Corvo” é aquele que não acredita. Que não quer tentar nada novo. Que vive no “quanto pior, melhor”. Que tem uma visão extremamente negativa do mercado, dos clientes, dos fornecedores, da cidade, do país.

Essas pessoas são mentalmente insanas. São as chamadas “fronteiriças”. Como estão fora de um hospital menta a gente não pode colocá-las lá  dentro. Mas se estivessem lá dentro não teriam alta para sair…

Meu conselho, na verdade, é o seguinte:

Se você tem “corvos” na sua empresa, sejam eles quem forem, mande-os embora. Faça uma carta de recomendação ao seu maior concorrente e mande-os para a concorrência. Não dá para viver e trabalhar hoje com gente puxando você para baixo e para trás. A energia que essas pessoas “sugam” dos outros e da própria empresa, faz falta no mercado, na inovação, na criatividade, no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Vemos essa realidade em muitas empresas, organizações, associações. Pessoas com as quais não temos prazer em conviver. Pessoas que “espantam” nossos clientes e nossos melhores funcionários, os mais motivados e com uma visão positiva do mundo e das coisas.

É preciso que não nos esqueçamos que neste século XXI vencerá a empresa com a qual o cliente sinta “prazer” em relacionar-se. A empresa tem que ser “leve, alegre, gentil, pronta, comprometida com o sucesso do cliente”. Corvos não conseguem ter esse comportamento. Corvos atrapalham, impedem, ofendem.  Conheço empresários, diretores, gerentes, que quando se levantam pela manhã não sentem o menor desejo de ir para a sua empresa só porque se lembram desses “corvos”, da cara deles, do jeito deles, da ironia deles, da negatividade deles.

Livrar-se dos “corvos” é uma tarefa essencial para o sucesso pessoal e empresarial. Livrar-se dos “corvos” é fundamental para uma empresa vencer os desafios da qualidade, da competitividade, da inovação e da criatividade necessários para este novo século.

Livre-se dos “corvos”!

Pense nisso. Faça um “Projeto Corvo” na sua empresa. Sucesso!

Sobre Wagner Bueno

Administrador, Consultor e Professor
Esse post foi publicado em Administração, Comportamento Organizacional, Estratégia, Motivação. Bookmark o link permanente.

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